sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Prosopopeico

16 comentários:

monicat disse...

muy bueno, señorita!

Alex Theodoro disse...

Esquece o que eu falei, os quero !

Renata Mofatti disse...

Ia dizer "sem comentários", mas não aguento e vou comentar... Ser poeta é mesmo assim... É perceber os detalhes do papel amassado em seu embaralho, jogado no canto, esperando beijo de louco e de santo... Sozinho no seu compartimento à procura de mão que o amasse "um tanto"... Guardanapos e digitais, rascunhos de futuras marchinhas de carnavais... Letras borradas pelas tristezas de quem não volta mais... Dolores Duran compôs músicas nos guardanapos com seu "lápis de olho de guerra" e Tom Jobim tocava no piano uma das músicas mais belas... O intercessor de tudo isso: o simples guardanapo que trazia em seu corpo a poesia de Dolores, o som de Jobim numa noite a luz de velas... Parabéns, Milena! Mais uma vez... Parabéns !!!

Renata Mofatti disse...

Ah! Depois entra no meu blog, no texto Carta da Lua... Não sei se vai entender alguma coisa rsrsrs... É meio louco, tipo, escrevi como seu eu fosse a lua, e como se a lua fosse a minha tia e como se minha tia estivesse conversando com minha prima.... Ai... Confusão... Lê lá! Enfim.... rsrsrsrsr Quanto mais me explico, mais me enrolo !!!
Beijos

Fernanda Barata disse...

Mas veja só a outra, fazendo poesia do nosso banalíssimo guardanapo. Está certo, dou muito valor ao dito cujo como limpador de sujeira ou folha de rascunho, mas não sabia desse lado sofredor, quase confidente, do papel-lanchonete, feira, padaria... Vou começar a não fazer bolinhas e apenas dobrar os guardanapos. Parabéns que ficou ótima.

Mônica disse...

thank you if it was an compliment ;)
but actually i don't know her. yet
(you remind me of a sunny day in the park with cotton candy)

luv ya

Pablo Marques disse...

muitO bom esse tbm adorooo muito oq vc escreve

e vlw pelos ditos lá
x)
eh verdade as vezes nos vem essas coisas a cabeça....

mais persistirei! \o/

os gurdanapos são os nossos maiores psicologos x)

bjOOO

VaneideDelmiro disse...

Depois de tua "ode ao guardanapo" gestos como amassar, rasgar, rabiscá-lo à toa passarão bem mais que duas vezes pelo meu pensamento.
O poema é lindo, sensível, perspicaz em sua captura.
Este post me pegou por completo, porque além de tudo, tem a forma como o post foi composto. Essa composição, da caligrafia sobre esses receptivos papeizinhos em branco, ficou muito poética.


PS. Sua caligrafia é muito bonita.

Marcelo Grillo disse...

Cara Milena... tanto os poetas falam de rabiscos em guardanapos, em papel de pão... tanto se fala em tanta coisa nessa vida, mas tão pouco se faz. Que coisa maravilhosa é visualizar esse nosso sonho poético. Estou encantado, tanto com o poema quanto com a arte... Abraço!

Kamila Zanetti disse...

ah saudades que eu tava daqui :)

Larissa Dardengo disse...

"E mesmo que o beijo
Não seja o real intuito
(da boca)
Os guardanapos beijam"

Isso foi tão verdade que me deixou um pouco triste e com uma vontade imensa de buscar aqueles guardanapos guardados a tanto tempo.

bjs bjs
ps. É bom estar de volta!

Marcelo Grillo disse...

Tô me sentindo como um guardanapo amassadinho lá no fundo da lixeira: que vontade de voltar como papel passado: com direito a namoro, noivado e casamento... Viva Milena, com suas idéias a serem descobertas"

blogava disse...

Amore mio... più bello testo!
grazie per questo...

Moça... sinceramente acho que está chegando a hora, em outro post pediram por um livro, e estou concordando!

Grande beijo, kisses, baci!

Cineclube Jece Valadão disse...

vc prometeu que ia me dar um desse!
hunf
e o Joaquim até agora coitado, não tem poema nenhum!

Fernanda Fassarella disse...

tempo que não vinha. aí, me deparo com isso. lindo. simplesmente. quanta delicadeza! típico seu.

beijooo

Gabriela Galvão disse...

Mt bom vr um capricho dsts.

O guardanapo merece (embora abrigue mais garranchos e rabiscos a vrsos c 'letra d moça' e tanta organização)!